Ultima música! A acustica"Your Smile" , finalizando as gravações no Nf Estudio .
terça-feira, 3 de maio de 2011
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Criando Solos
Fala, pessoal. Nessa coluna gostaria de abordar o lado da construção de solos e frases.
Bom em primeiro lugar quando pensamos em solo, lembramos de dedos fritando, escalas ascendendo e descendendo, bends entre outros elementos pirotécnicos. Mas na verdade o primeiro item que devemos nos preocupar é com a parte harmônica do trecho em que está inserido o solo,ou seja, a base.
Partindo da estrutura harmônica, extraímos as notas de repouso, escalas e arpegios para a construção do solo.
Este tema é bem complexo, mas basicamente é isso, o solo é guiado pela base. Eu procuro definir todos esses elementos, e apartir deste ponto construo as frases.
Nestas frases eu simplesmente penso nas melhores notas e imagino frases cantadas, e nesse contexto defino os bends. Concluído as frases, sobram alguns momentos que serão preenchidos com o desenvolvimento emocional deste solo, cada solista tem sua forma de criar. Alguns utilizam padrões massivamente, outros simplesmente deixam soar, unindo frases.
Eu gosto muito de unir uma frase melódica juntamente com outros elementos, como arpegios ,saltos , notas pedais, formando uma frase secundaria . Utilizo padrões somente quando o solo pede um vazio melódico, algo mais agressivo, ou uma passagem que eu queira destacar um bend ou uma nota alvo.
Um grande problema nesta forma de criar é que geralmente não consigo reproduzir o mesmo solo 100% igual da primeira vez, pois eu vejo estes momentos como espaços livres para o desenvolvimento emocional do solo. Dependendo muito do ímpeto, ligado ao aquecimento físico dos dedos.
Concluindo, é interessante unir inicialmente a lógica e todo seus recursos teóricos, junto com a irracionalidade emocional, caso contrario teremos solistas praticamente com códigos de barra em seus pulsos, todos abordando o solo de forma idêntica.
Mais adiante abordarei estes conceitos teóricos com mais detalhes, muito obrigado pela atenção e até a próxima! Abraço.
Bom em primeiro lugar quando pensamos em solo, lembramos de dedos fritando, escalas ascendendo e descendendo, bends entre outros elementos pirotécnicos. Mas na verdade o primeiro item que devemos nos preocupar é com a parte harmônica do trecho em que está inserido o solo,ou seja, a base.
Partindo da estrutura harmônica, extraímos as notas de repouso, escalas e arpegios para a construção do solo.
Este tema é bem complexo, mas basicamente é isso, o solo é guiado pela base. Eu procuro definir todos esses elementos, e apartir deste ponto construo as frases.
Nestas frases eu simplesmente penso nas melhores notas e imagino frases cantadas, e nesse contexto defino os bends. Concluído as frases, sobram alguns momentos que serão preenchidos com o desenvolvimento emocional deste solo, cada solista tem sua forma de criar. Alguns utilizam padrões massivamente, outros simplesmente deixam soar, unindo frases.
Eu gosto muito de unir uma frase melódica juntamente com outros elementos, como arpegios ,saltos , notas pedais, formando uma frase secundaria . Utilizo padrões somente quando o solo pede um vazio melódico, algo mais agressivo, ou uma passagem que eu queira destacar um bend ou uma nota alvo.
Um grande problema nesta forma de criar é que geralmente não consigo reproduzir o mesmo solo 100% igual da primeira vez, pois eu vejo estes momentos como espaços livres para o desenvolvimento emocional do solo. Dependendo muito do ímpeto, ligado ao aquecimento físico dos dedos.
Concluindo, é interessante unir inicialmente a lógica e todo seus recursos teóricos, junto com a irracionalidade emocional, caso contrario teremos solistas praticamente com códigos de barra em seus pulsos, todos abordando o solo de forma idêntica.
Mais adiante abordarei estes conceitos teóricos com mais detalhes, muito obrigado pela atenção e até a próxima! Abraço.
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segunda-feira, 6 de abril de 2009
Alberto Lima Guitar - Aula Rapida 01
Sincronismo entre palhetada e digitação
A maturidade técnica não significa apenas tocar rápido, mas também significa tocar de forma precisa.
Um dos fatores que contribui pra isso é o sincronismo entre palhetada e digitação.
Basicamente você tem que perceber e definir os movimentos de sincronia.
Por exemplo:
A maturidade técnica não significa apenas tocar rápido, mas também significa tocar de forma precisa.
Um dos fatores que contribui pra isso é o sincronismo entre palhetada e digitação.
Basicamente você tem que perceber e definir os movimentos de sincronia.
Por exemplo:
Neste exemplo temos quatro notas por tempo, sendo que a primeira nota cai no dedo indicador com a palhetada para baixo.
Este deve ser o foco: perceber, definir e acessar esta informação sempre que necessário.
Estes são apenas exemplos de uma infinidade de aplicações. Toda execução na guitarra vai depender dessa sincronia. Tudo mesmo (“riffs” e “licks”) tem que ser definido com este sincronismo, até mesmo quando não for utilizado a palhetada alternada, neste caso será definido que em determinado momento a palhetada dever ser toda para baixo.
Perceber, definir e aplicar.
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